Inteligência LATAM

Feito para a América Latina. Não é uma versão traduzida.

COFEPRIS, INVIMA, ISP, ANMAT, ANVISA, ANS, ADRES. A farmácia latino-americana é todo o negócio, não um segmento de entrada no mercado. Comprovado em produção hoje na Bolívia.

A economia de substituição de genéricos na América Latina não é a dos Estados Unidos. As redes de falsificação latino-americanas não são as europeias. Os padrões de fraude de prescritores na região não são os do Medicaid. Uma regra de detecção escrita para pagadores americanos não entende nenhum desses contextos. O Inspector AI foi projetado desde o primeiro dia para sinistros farmacêuticos, reguladores e redes da América Latina. A implantação atual em produção é na Bolívia. A América Latina é todo o negócio — e à medida que entramos em novos mercados da região, construímos a lógica de detecção para cada um, ajustada à sua economia farmacêutica local e ao seu arcabouço regulatório.

Por que a especificidade regional é um moat

Uma regra de detecção é tão útil quanto as suposições que faz sobre o mercado em que roda. Suposições que se sustentam em Minnesota não se sustentam em Monterrey. Redes farmacêuticas, relações marca-genérico, fluxos de reembolso, cadeias de suprimento de falsificações, padrões de fraude de prescritores — cada um deles varia por país, e uma regra treinada sobre o errado vai marcar em excesso os sinistros legítimos e em defeito os esquemas reais. Especificidade regional não é uma funcionalidade. É a diferença entre uma plataforma que funciona e uma que não.

A América Latina é todo o foco

O Inspector AI não vende em mercados dos EUA, Europa ou Ásia. Todo o roteiro é regional. A implantação atual em produção é na Bolívia, onde a plataforma roda ao vivo sobre sinistros farmacêuticos reais. Cada novo mercado em que entramos na América Latina recebe sua própria lógica de detecção — construída do zero, ajustada à economia farmacêutica local, ao arcabouço regulatório local e à cultura de prescrição local. A América Latina não é uma vertical para nós. É o produto.

Reguladores que entendemos

COFEPRIS (México) regula medicamentos, segurança de dispositivos e licenças de farmácias. INVIMA (Colômbia) é a autoridade nacional equivalente. ISP (Chile) supervisiona produtos farmacêuticos. ANMAT (Argentina) cuida da regulação de medicamentos e vigilância do mercado. ANVISA (Brasil) regula produtos farmacêuticos e opera junto à ANS na supervisão de planos de saúde. ADRES (Colômbia) é a entidade de pagamento de sinistros do sistema público. A lógica de detecção do Inspector AI é escrita sabendo que cada um desses reguladores existe e o que exigem. Não reivindicamos certificação de nenhum — reivindicamos consciência, e isso é mais do que a maioria das plataformas oferece.

Esquemas que ferramentas globais perderiam

Arbitragem de substituição de genéricos: no livro latino-americano de 50.000 segurados onde o Inspector AI mediu WAFL, 71% dos produtos de marca tinham um genérico disponível, menos de 5% foram dispensados como genérico, e 99,8% das substituições potenciais teriam sido clinicamente seguras. A lacuna observada apenas sobre esse livro foi de 4,53 milhões de dólares de perda detectável em um ano — uma categoria que as ferramentas treinadas em dados dos EUA não teriam medido porque não entendem a economia local. Redes brasileiras de farmácias falsificadoras em medicamentos GLP-1 de alto valor, atualmente sob ação ativa da Anvisa. Anéis de fraude de prescritores argentinos com receitas falsas emitidas contra sistemas públicos de saúde. Cada um desses é invisível para uma ferramenta de detecção treinada em dados do Medicaid. Para o detalhamento completo por categoria, veja WAFL.

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do negócio do Inspector AI é farmácia latino-americana. Não é uma vertical. É o produto.

Fale com alguém que entende seu mercado

Uma prova de conceito de três semanas sobre seus dados reais de farmácia, executada por pessoas que conhecem a diferença entre a ANVISA e o FDA.